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domingo, 12 de novembro de 2006

Esqueço-me...

Na verdade, me sinto bastante estúpida. Esse sentimento impregnou em mim, desde o momento em que o Luque falou: "você não foi no colégio, né?". Na verdade, esse sentimento atrapalhou todas as outras coisas que eu tinha de conseguir. Esse sentimento de culpa, de impotência perante um erro cometido inconscientemente, esse sentimento de não-dá-mais. Não dá mais pra ratificar meu deslize, que parece pequeno mas é grande: esqueci mesmo, completamente, do que eu deveria fazer hoje. E era tão simples! Ir ao colégio, encontrar alguns amigos, participar do encontrinho... Detesto esse esquecimento, que me pega desprevenida quando... quando já é tarde demais... ¬¬

Sabe o quê? A reticência às vezes é uma exclamação contida...

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Distração

Eu não sei em que estava pensando, mas acho que tinha algo a ver com:
ah, deixa pra lá, quem se importa com redações, estudos, arrumar o quarto, pedir telefone à mãe, pedir dinheiro (hm, isso é importante...), ir na bicicletaria (hm, isso tb), descobrir lojas de roupas, arranjar fantasia, dormir cedo, acordar tarde, e todas as outras coisas às quais nos acostumamos...?
Bom, eu quero dormir cedo, acordar cedo, chegar às seis e quinze na escola, ficar conversando com a Cris a Ina o Yu e a Ana, abraçar a Leli, rir com o João, dançar com a Luda, sorrir para o Squick, passear pelo primário com chapéu de Chopper e conversar com as menininhas que ficam falando alto como que para ninguém "que chapéu legal!!" (eu fazia isso qdo era pequena... crinaças são tão divertidas!), e resolver alguns problemas de vez em quando. E ficar olhando pra meninas-mulheres lindas e pensando que elas são lindas assim justamente porque são lindas por dentro :) ; e assistir novelas tolinhas com minha prima, pintando um desenho com canetinhas que comprei por dez reais na lojinha, e que deveriam ter custado uns dois ou três. Pode parecer estranho, porque anteontem e ontem e mesmo johe de manhã eu me sentia tão vazia e desanimada -- mas estou me sentindo completa, como se viver fosse... certo. What d'ya know...

Parece que dizes, te amo, Maria...

Sabe o que é mais perturbador?
Eu nem vi estes três dias passarem -- mas já vai acabar a minha penúltima semana de aula no Colégio Santa Cruz... (mas estou tranqüila mesmo assim -- e vou procurar umas fotos amanhã...)

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Sobre aquela conversa que tive com a Ina.

...Mas é que é muito difícil pra mim agora. E fragmentado. E se eu tiver que escolher entre o que tenho no colégio e o que tenho fora dele, acho que nem será uma decisão muito difícil. Porque às vezes é muito difícil ver que tenho mesmo algo naquele colégio. Algo mais que os amigos com os quais falo muito pouco, ou que conhecidos cordiais, ou que aulas entediantes...
É que é difícil querer ter aula de química quando... não, nada de "quando". Ponto. É difícil ter aula de química. E de matemática. As outras eu posso suportar, ou até gostar, mas essas...
E como prestar atenção, quando a folha parcialmente em branco é tão mais interessante?!

Devagar, meu interesse pela escola torna-se quase nada. Não importa mais. Só estudo o que gosto, e o que não gosto, foda-se. Tenho falado muito foda-se. E tenho me sentido muito só...

O que acontece é que, por mais que os ame, não consigo mais combinar nada com meus amigos do Santa (fora o Squick, mas...), e acabo me sentindo satisfeita em vê-los no horário de aula... Mas não sei mais nada. Sinto saudades das pessoas e das coisas, sinto falta, e às vezes fico muito só. Mas parece tão supérfluo....


... eu queria te entender de vez em quando. De vez em quando, eu queria você...

Para desalongar o hiato...

Eu oficialmente detesto esperar ônibus. Especialmente quando eles não chegam ¬¬
Também detesto ficar sem aula porque não paguei a mensalidade na semana passada ¬¬
E quão chato é acordar tarde, com sono, com o rádio-relógio em horário político, atrasada para a segunda aula da manhã?

Por outro lado, eu gosto bastante de perder as duas primeiras aulas da manhã, de ficar desenhando e fazendo poemas (ruins, mas poemas, de qualquer forma), de encontrar o pessoal do primeiro ano, de desenhar dragõezinhos durante a aula da Mitiko, de sentar perto do Luque e do Pedro, de anotar a aula de história, de almoçar com amigos, de conversar sobre coisas conhecidas (mesmo que seja sobre videogame e rpg), de comer chocolate, de nem sentir a tarde passando enquanto estudamos literatura...

Mas então a Ina falou que eu preciso aproveitar melhor o fim de ano, é meu último ano, eu vou sentir falta depois, eu preciso aproveitar agora...

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Sobre ontem e hoje.

Eu estou feliz =)
Feliz porque eu sei que papai pensou com cuidado na minha proposta, e não só nela como na forma de me contar, e ele pensou com cuidado o suficiente para estar certo.
Feliz por subir em árvores antes da aula começar, por desenhar gosminhas, por correr na praça, por sentir o sol quente na pele fria e a sombra gostosa de se ler livros sobre o Rei Arthur e o problema humano da Força.
Feliz por passar mais tempo com meus amigos, por assistir aulas engraçadas com professores malucos em cadeiras apertadas, por comer azeitona e andar em ônibus vazio, por entender um pouco mais da vida de vocês, e da minha, por rir das suas piadas e poder fazer as minhas.
Feliz porque vou sair com vocês este fim de semana, porque vamos no parque e porque vamos ver aquela peça, porque faz muito tempo que eu não te vejo, porque vamos rir juntos como sempre, porque é simplesmente bom estar com vocês.
Feliz porque criei um dragão novo nos meus desenhos (e ele é lindo!), porque descobri alguns poemas velhos mas bons, porque me lembrei de como se discute com colegas e como se conversa com as pessoas, porque tenho acordado em horas propícias (depois do sol nascer! ^^) e tenho chegado no horário, porque posso escrever aqui sem mêdo de repressão.
Feliz porque nos encontramos finalmente (e devo dizer que foi só agora que o reconheci), e porque no final das contas você me diverte imensamente.
Feliz porque mamãe não desiste nunca de me dar forças, porque suas amigas me fazem perceber coisas que parecem pequenas mas são fundamentais, porque papai chega rindo e pega uma cerveja, porque não há razão nenhuma para se ter mêdo.

Sim, estou feliz porque já não tenho mêdo daquilo que me apavorava ontem. E ontem, quando a Rê pediu um brinde "à não-viagem", eu estava tão alegre, que realmente brindei ao fato de não ir viajar - porque, vocês sabem, depois que as coisas se arranjam, da melhor forma, construímos com elas castelos tão alegres quanto aqueles que perdemos (embora talvez menos cultos...).E cada batalha, por mais que não traga uma vitória concreta, me torna mais confiante e mais forte, desde que seguida por suficientes risadas de pessoas compreensivas. Estou feliz porque tenho vocês! E porque o mundo é bonito... e porque, no fim, depende muito de nós. E eu confio muito em nós. =^_~=

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Tudo-Nada.

E o mundo? às vezes parece tão incoerente... De manhã, aquela esperança tola e a certeza de que virá um dia paradisíaco. Certeza que acaba tão logo acaba a manhã. Vêm as responsabilidades, trabalho de geografia, almoço, dinheiro emprestado, cinema, trabalho, trabalho, saúde, o cheiro de perfume e o cheiro de limpeza da biblioteca se confundindo para me atordoar. E o frio. De tarde, mais nenhuma esperança: tudo se esvanesce imperceptìvelmente em sonho... e os sonhos são tão quentes e aconchegantes...
Conforme a noite me cobre, do sonho nasce a semente do mêdo de acordar - e o despertador parece decidido a tocar a qualquer momento. O sono desaparece, o cansaço, tudo isso é conjuntural. Se estás ao meu lado e já assim sinto saudades... Não, não: e tento pensar no presente, que esvanesce como lembrança.

quinta-feira, 3 de agosto de 2006

brisa gélida num dia escuro - 1

No fundo, o risco é tão grande que eu não consigo imaginar o mundo sem ele.
Digo que estou apostando em algo em que não acredito. Mas, de qualquer forma, eu não acredito em quase nada.

Você sente essa corrente de ar batendo de leve no seu rosto? Percebe como ela quase faz parte de você? Bom, hoje eu queria molhar o cabelo por causa do frio, então meu banho foi basicamente alguns minutos de olhar a água quente escorrendo por entre meus dedos. Às vezes eu acho que a água é tudo o que eu tenho. Todo o resto é vago, é indeciso, mas a água é real, é em si. A água não precisa de outra razão de ser -- ela é como que a base de tudo, a primeira coisa genuinamente real que existiu no mundo, ainda mais que a terra e as pedras.

Todo o resto é vago e indeciso. Todo o resto precisa de uma razão de ser. Eu acho que tenho uma razão de ser, assim como este mundo. Acho que o mundo, sendo assim tão grande e majestoso, tem razões que não podem ser questionadas. As coisas existem, não é necessário mais que isso. Mas e quanto a todas as coisas incompletas que criamos? E quanto a tudo o que fazemos?

... Eu nunca sei bem o que estou fazendo. Quando sei, não sei por quê. Se sei ambas as coisas, provavelmente é porque tenho uma motivação muito forte. Uma paixão de algum tipo. Por isso eu prefiro me apaixonar a ter segurança. A paixão é uma razão indiscutível para se fazer qualquer tipo de loucuras... mas eu não me apaixono...
O ano está acabando, e eu sinto dor toda vez que penso isso. Sair do santa seria fechar uma porção de portas, das que mostram as mais bonitas paisagens além... e talvez seja até esse mêdo estranho de não aproveitar essas oportunidades, que vào se acabar no devido prazo, que me faz procurar cada vez mais desesperadamente uma razão indiscutível para tomar alguma atitude...

domingo, 22 de janeiro de 2006

Sobre tudo aquilo que eu pensei, fiz, senti ou disse em toda a minha vida

Antes que me perguntem o que quero dizer com este post, pergunto-vos o que pergunta o Quintana: que quis dizer Deus com este mundo? Mesmo assim, peço a todos os que lêem meu blog para lê-lo, e lê-lo de verdade e por inteiro, já que, afinal, eu simplesmente não serei capaz de dividi-lo em muitos posts diferentes...

Este não é um post para ser terminado. Por princípio, não pode estar completo nunca. Por experiência, sei que à medida que o for escrevendo descobrirei não apenas mais coisas para dizer, mas também que ainda não terei dito a maior parte do que terei pretendido. That's life.

Como eu gosto de começar pelo mais prosaico, vou lembrar daquilo que me forçou a abrir a janela deste post definitivamente. Estava eu procurando algo para ler, e, como sempre, abri o piano. Dentro do piano, entre as cordas grossas envolvidas por lãs coloridas, estava a partitura de uma malodia doce e distante, como o choro das sereias, e os pensamentos daqueles que a amam... E no fim dos comentários, enquanto pensava sobre o que eu teria a dizer àquela menina que tanto me desperta o interesse... esbarrei sem querer no comentário de Digo.
Não sei explicar de fato o que senti, pois não me vieram palavras naquele momento. É só que, de algum modo, aquela declaração tão aberta de amor e ternura me pôs no chinelo. Mesmo. Hoje andei até o Rosano de chinelo. Não tive coragem de escrever nada para pôr depois daquele textículo tão... doce. De tempos em tempos algumas pessoas tem que nos lembrar de como são doces. O Digo e a Lori são casos típicos... Me lembra de quando eles eram as únicas pessoas no meu mundo que me faziam crer realmente naquilo de o amor trazer felicidade... Afinal, eu não era nem um pouco feliz, e a maior parte dos meus amigos sofria horrores com suas paixões... Mas eles...
Eles corriam pelo pátio em brincadeiras juvenis como pequenos gatos felpudos e negros e fortes e doces como os tigres, as bruxas e os deuses...
E acho que em algum momento eu dei ao meu amor uma segunda... ou terceira, ou quarta... bom, mais uma chance, e foi provavelmente a melhor coisa que já fiz. O ano novo com o Yuri foi o mais próximo que eu jamais tive de um ano novo de verdade... Nauqle instante em que ele me olhou com aqueles olhos de azul-profundo e dis: "feliz ano novo."
O ano começou ali.

Meu pai:
— huhuhu

Não tenho o que dizer sobre tudo isso. Saudades, solidão, e eu aqui desesperadamente apaixonada...

Então lembro daquela chuva de cigarras e de como os agrônomos orgãnicos tem certeza de que a causa das pragas é a monocultura, e que deveríamos plantar ecologicamente, colocando no solo tantas calorias quantas tiramos dele... e que eucalipto é uma planta tão vilã quanto os vilões das histórias em qaudrinhos. E é estranho, porque de repente, acho que eu realmente SEI do que estou falando quando digo que não devemos ser tão cruéis com a natureza. E todo aquele papo sobre o detector de mentiras usado nas plantas e etc. e o fato de todos os seres, incluindo as árvores e os anjos, serem imperfeitos, porque, não sei, acho que somos todos feitos de sraf! E somos fruto de uma sucessão de erros e acertos, e nunca chegaremos à perfeição justamente por causa disso... Então, devemos nos acalmar e aceitar-nos como indivíduos, em toda a nossa completude animal, espiritual e humana. Entretanto, o que fazemos será sempre imperfeito e incompleto, pois somos apenas parte do processo. Todos temos dificuldades que não conseguimos superar e não suportamos ter de contornar. Nós sabemos que não sabemos como lidar com todas as situações, e nos preocupamos em aprender e procurar o certo, o perfeito, mas sabemos também que nunca acharemos a reação definitiva, pois a situação será sempre diferente e nós nunca estaremos 100% adaptados ao meio ambiente. Com isso, temos um desafio maior do que o que realmente encaramos: o de ousar saber como agir, e o de agir sabendo que a ação não será a melhor possível, não será tudo o que pudemos fazer. ... We are never gonna get there. We are never gonna be all we were meant to be. 'Cause, no matter how dragon you are inside, you are still human in your conscience, and human beings aren't mythological creatures; human beings are real.

Talvez nisso se resuma toda a minha frustração. Sabe, algo que eu percebi nesses últimos poucos meses é que eu simplesmente não consigo parar de me comparar com meus irmãos. Eu sou incapaz de parar de admirar quão responsáveis, independentes e capazes eles são, em oposição a mim, que nunca consigo impressionar a mim mesma. É incrível como eu me sinto inútil e imprestável perto deles, e como, por mais que eu me esforce para ajudar, para fazer tudo o que me pedem e para ser a primeira ..... This is just bullshit. You'll all say I'm lying, and you'll be right. I know I didn't mean it, but I just did it. I really want to help, I want to, I want and I try... Y' know... Eu quero sempre pegar o cabo da genoa e puxá-lo nem que seja só para dizer: olha pai, eu sei o que fazer, você não precisa confiar só nos seus outros filhos... mas quando ele diz p'r'eu ir e pegar o leme e manter o rumo eu nem sei fazer isso eu viro a roda e giro e quando chega no rumo eu paro de girar como se fosse um videogame e soltar a roda fosse fazer ela voltar pro lugar e meu pai reclama mas eu nem sei o que estou fazendo de errado, e obviamente ninguém me diz porque obviamente todo mundo acha que eu sei porque isso é óbvio e eu devia saber, mas eu não sei e eu não sei como eu deveria saber do mesmo jeito que eu não sei como as pessoas sabem das fofocas e das notícias e das CPIs e porra... e de novo eu me vejo pequena gritando em pensamento com minha mãe porque ela gosta dos meus escritos mas não gosta quando eu perambulo por aí ou em volta da mesa ela não sabe que uma coisa depende da outra ninguém sabe porque ninguém é mosquinha ou ninguém presta atenção porque todos já têm aquela velha opinião de mim aquela visão cousa-pequena-viajante-que-fala-em-eneroide-e-é-inteligente de mim e talvez por isso eu queira ser uma metamorfose ambulante para que ninguém tenha uma opinião velha e podre e formada de mim mas eu faço tudo outra vez o xixi de gato o copo no quarto e durmo outra vez e deito da cama com fama outra vez e acho que é por isso que ninguém confia em mim quando eu digo ninguém para quando eu não gosto porque eles sabem você sabem vocês querem que eu reaja mas porque eu reagiria se vocês já sabem e eu não posso nem negar porque piora, vocês não querem perder a discussão mas eu não vou mentir eu não vou deixar pra lá eu quero que prestem atençào em mim mas eu não quero que vocês me ouçãm pedindo então por que eu estou escrevendo aqui que é um lugar onde todos vão ler e por que eu vou postar eu sei que vou e por que eu corrijo quando erro mas não posso interromper nem com pontos e vírgulas e travessões e aspas e parênteses e eu estou sim in love eu só não sei porque ninguém lembra que eu já deixei aquilo tudo para trás mas eu ainda quero que vocês me digam o que fazer para eu provar que sou tão capaz e eficiente quanto o marco por mais que isso seja difícil e por mais que ele seja o máximo e adulto e masculino e lindo e tenha passado na faculdade e ande até o metrô sem ficar muito cansado mas saiba também os ônibus para lá e seja organizado e artista e o melhor irmão do mundo e lembre das pessoas e não desista de comprar presente só porque é difícil e eu nem sei mas por que eu estou escrevendo aqui? Eu devia ter saído e passado aquele roxo permanganato de potássio no Argus afinal... afinal, provavelmente ele só ficou tão ruim como está porque eu não passei pomada nele logo no começo, essa era a minha função e eu não cumpri e eu não quero me pôr em primaeiro lugar nme aaahhhhh nem o quê? Eu não quero que meus cães fiquem mal porque eu não dei atençào para eles, nem que a mamãe fique estressada e passe o dia trabalhando porque eu não ajudei com o que ela quis que eu já deveria saber e acho que eu provavelmente sei eu não fiz o presente da ada nem do yuri nem da kiki nem do tutu nem de ninguém nessa ordem e eu queria me desculpar mas desculpas é o que se pede quando se vai se suicidar mas eu não vou me suicidar porque só idiotas pensam seriamente nisso nós somos imperfeitos demais para ter um ápice verdadeiro você sabe que está se enganando fingindo que ó amor verdadeiro eu sei que é lindo e perfeito e que eu não deveria estar dizendo isso mas eu fiquei tão brava quando pensei isso mesmo eu fiquei com muito medo daquele respirar quente tão perto da minha boca e eu tive tanta raiva porque eu posso te entender racionalmente mas algo no seu aparelho de sentir deve estar quebrado pra você não achar isso muito errado gostar dele não é errado o problema é você não querer mais ser nem você por causa disso agora vamos fingir que eu não falei nada porque eu não queria falar disso mesmo foi só algo que veio como uma torrente eu li hoje e-mails antigos e só pra você e pro cham quando eu não conseguia mais ser amiga dele eu sofri tanto num e-mail talvez porque o yuri não goste muito de e-mails por mais lindo e gotoso que ele seja ele não entrou suavemente no meu mundo pois não era como eu nunca vai ser como eu mas ontem nós ficamos juntos e fizemos macarrão com ovo e nos beijamos e mordemos e abraçamos e fomos ao cinema e recebemos ligações das nossas mães com certo incômodo e um certo excesso de comprreensão e foi ótimo e delicioso só nós dois mas quando não somos só nós dois quando há eu e ele junto nós somos meio estranhos porque nós falamos em línguas diferentes e eu sinto tanta vergonha quando falo numa outra língua mesmo que ele entenda searching for the answer to my riddle às vezes me dá uma vergonha tão grande porque eu queria ser mais brasileira e nacionalista e informada e saber no mínimo se o Gabeira é assim tão legal quanto parece, mas ao mesmo tempo não sei se quero mesmo saber ou se só espero uma confirmação de qualquer coisa...

E de novo... eu nunca quis ser a ovelha negra da família... Mas cada vez que parece que eu nem existo pra falar e me defender eu quero não existir mesmo, eu quero sumir... eu quero... que você se orgulhe, pelo menos um pouco, ou nào, pelo menos tanto quanto você se orgulha dela, pai, pelo menos o suficiente para eu conversar com você como ela conversa pai, assim de igual pra igual... assim sem medo de te desapontar pai, de dizer qualquer coisa que não devia ter dito, de não ter o namorado perfeito que me traz e me busca e está aqui todo dia e compra um veleiro (um veleiro!) e conversa e se sente à vontade, mas sabe...
Eu sei que eles não fazem isso por mal... eu sei que eles não querem me machucar, e também não quero que eles meçam cada uma de suas palavras antes de falar com a marininha-de-louça.. Eu sei que eles só fazem isso por mim sabe, para me educar e proteger, e isso só me deixa mais desarmada... Porque meus irmãos sabe, eles são cobrados também, mas eles ficam irritados e reclamam, brigam, lutam, começam a voltar pra casa só à meia-noite, dizem "mande a Marina fazer isso", tentam conversar racionalmente e se desgrudar dos pais, mas eu... porra, eu só quero conseguir conversar com meus pais, porque eu não consigo realmente reclamar com eles porque realmente eu faço muito menos do que os meus irmãos...

Yuri: Boa Noite, Mali!
Lembre-se de desligar o computador.
Marina: ij. .,m
y u eser i
Yuri: você estava aí!!!!!!
Marina: yrui
ruyi
uriu
yuri
Yuri: ufa
Marina?
Marina: eu odeio a minha família, sabe?
Yuri: Duvido.
Mas por que você diz isso?
Marina: não sie
mas eu constantemente me sinto insuficiente perto deles
e sinto que você também é insuficinte para eles
cada vez que meu pai reclama que eu não pego o ônibus
que você devia vir me buscar
Yuri: Ele diz que eu devia ir te buscar?
Marina: toda vez
Yuri: Toda vez que você vem para cá?
Marina: mesmo que você esteja do outro lado da cidade
toda vez que ele tem que me levar até o metrô ou alfgo assim
para algum lugar que não seja sua cas
Yuri: Realmente não gosto dessa idéia, mas acho que vou começar a fazer isso.
Sent at 00:30 on sexta-feira
Yuri: quer que eu te ensine a ir até o metrô de ônibus?
Marina?
Sent at 00:35 on sexta-feira
Marina: quero
eu não quero pedir nada pros meus pais, yu
nunca mais
eu não quero sentir que estou sempre devendo pra eles
Yuri: tudo bem.
Marina: abusando deles
Yuri: Tudo bem, Marina.
Farei o que eu puder, tá bom?
Marina: ta
onde... onde eu arranjo um mapa?
eu sempre quis um mapa de são paulo
pra eu poder aprender a andar sozinha
Yuri: um mapa completo?
Marina: como assim?
Yuri: todas as ruas?
Marina: sim
ou não
Yuri: Em qualquer banca tem os Guias.
Marina: ou pode ser só da região
mas ele são tão... livros...
Yuri: Aqui na Pamplona tem uns caras que vendem mapas de parede...
mas não deve ter muitas ruas.
Marina: vou lembrar disso
nbão dá pra ter tudo
Yuri: No Listão OESP tem mapas da cidade toda.
Você deve ter coisas assim na sua casa.
Marina: devo
Yuri: www.apontador.com.br
Marina: mas não são minhas
eu teria que pegar emprestado, xerocar, sei lá
Yuri: procura o seu endereço e imprime um mapa dos arredores da sua casa.
Eu não tenho nada disso também.
Assim que eu te encontrar, vou dar um mapa da rede de transporte metropolitano.
Marina: ^^
Yuri: Mas não começa a andar por aí, pegar metrô, trem, ônibus sozinha.
Marina: como assim?
Yuri: Depois pode, mas não vai direto.
Não é porque você tem os mapas que você sabe andar.
Você precisa saber prestar atenção.
Marina: no sentido de que eu vou me perder ou... algo pior?
Yuri: Não. Os mapas te fazem não se perder. No sentido de que você pode ser assaltada, roubada, surrupiada, sequestrada...
Marina: sabe o que é? eu passei minha vida inteira esperando que as pessoas simplesmente... me ensinassem, sabe? a fazer as coisas
Yuri: Sei.
Marina: mas ninguém teve essa iluminada idéia
e eu nunca tive coragem de pedir
já que aparentemente eu já devia saber
Yuri: não devia não...
Marina: ou eu não devia nem pensar nisso
Yuri: quer dizer, devia, mas é esperado que não soubesse.
Marina: ou eu devia pedir ajuda para "alguém"
ou "em outra hora"
mas nunca havia outra pessoa ou outra hora que eu percebesse
talvez fosse só eu que não percebesse
porque todos pareciam muito ocupados com suas próprias vidas
e por um momento eu me sinto até agradecida por meus pais terem me dado à luz
como se eles tivessem me presenteado com a vida, me feito um grande favor
uma caridade, como uma carona
Yuri: E é bom que você tenha em mente que isso tudo é uma bobagem.
(Não o que você sente)
Marina: Mas eu não posso mais esperar que alguém me ensine yuri
e é sim o que eu sinto
Yuri: o que você quer, então?
Marina: eu não sei
essas coisas que todo mundo diz que eu não sei... como andar na rua, como prestar atenção e etc... às vezes eu acho que eu já sei
ou que, mesmo que eu não saiba, nada nesse mundo vai conseguir me fazer saber mais do que eu já sei, além da experiência
Yuri: Mas é exatamente experiência!! Só experiência vai te fazer saber mais.
Marina: só que quando eu estou acompanhada por alguém que sabe mais do que eu e anda mais rápido que eu e não fala nada eu simplemente não , não presto atenção mesmo!
eu presto atenção em andar e seguir e confiar e esqueço de ser independente
Yuri: É. você está falando de mim.
Marina: e do meu irmão
e de todos os outros que andam comigo
eu não consigo pensar em ninguém que ande comigo e que não tenha essas características
Yuri: O que você quer que eu faça?
Eu vejo um cara andando atrás de nós, a rua está vazia, ele consegue escutar o que a gente fala. Ele entrou numa casa, mas e se não entrasse? e se ele estivesse mesmo seguindo a gente?
E se ele tivesse uma arma?
E se...
Marina: ...
eu odeio esse mundo
eu não consigo yuri
ficar sempre em segurança
Yuri: Eu falo: 'Marina, anda rápido', você não anda. Eu falo de novo, você percebe que eu estou afobado.
Marina: ou talvez eu devesse fazer como o luque e a luda e praticar andar rápido
Yuri: Então eu nunca vou ficar tranquilo com você andando sozinha por aí.
Você não precisa andar rápido!
Marina: NÃO????
Yuri: Quando eu posso, eu danço no meio da rua!
Marina: Você lê o que escreve?!?!?!
Yuri: Eu danço no meio da Avenida paulista!
Not connected - [Quando você fala "anda rápido" eu ando rápido e você continua achando que eu estou andando devagar porque eu já estou cansada e você mal começou a andar...]
Sent at 01:05 on sexta-feira


Chega. Eu não quero mais desabafar... desabafar dói e meus ouvidos não suportam mais minhas naridas inutilizadas...

Sabe, hoje eu fiz uma promessa para mim mesma, no momento em que vesti esta minha camiseta amarela com dragão. Eu prometi que ia registrar os meus sonhos das últimas noites no diário de sonhos que comecei em dezembro. Claro que eu não cumpri a promessa, mas não é isso que me faz sentir mal... é que, sei lá... my dreams will eventually fade away... I had such a good dream today... Estávamos num lugar com árvores, e tínhamos chegado lá numa viagem com o carro abarrotado...era uma península gramada agradabilíssima e todos os meus amigos do meu ano do santa estavam lá. Estavam todos comendo o almoço que os adultos da viagem haviam feito, mas o Bruno apareceu com uma comida diferente e apetitosa e eu fui com ele até a praia pegar daquela comida... e encontrei o pessoal que já saiu do santa, gente das turmas de 2005, 2004 e 2003, fazendo um pique-nique à beira-mar, e enquanto eu abraçava a Mari Rocha a Paulinha levantou chorando e dizendo que não esperava ou não queria que nós estivéssemos lá já que era um almoço de ex-alunos, mas ela sentia muitas saudades...

*sigh* Tenho tido sonhos muito estranhos... Há poucos dias, logo depois deste sonho do churrasco, tive outro em que nós salvamos três cavalinhos size of a dog da morte por falta de cuidados do dono, e os levamos para a Cajaíba, onde os colocamos junto com as famílias de classe média-alta que viviam nas casas do meio (uma delas com três andares!)... Os cavalinhos se chamavam Benwy, Benji (machos) e Brenda (fêmea), e eram todos castanhos, mas no final do sonho veio de Paraty um quarto cavalinho também doente ou ferido, mas este era colorido, este fugiu de seu dono, e ele se chamava Lucas. Alguém me explica?
E depois (dia 31) tive aquele sonho sobre o Cavalo Branco, no qual inclusive eu tentava acariciar o cavalo e sem querer pegava a mão do Lucas... mas não sei se o cavalinho do sonho chamava lucas por causa deste Lucas. Também, acho que o Cavalo Branco merece um post só seu...
Enfim. Anteontem o Bruno Salles veio aqui e ficamos uma porção de horas conversando sobre filosofia, ninjutsu, o Corpo, psicologia, sonhos e análise de sonhos, sociedade, sonhos e mais uma porção de coisas... No mínimo eu diria que isso abriu ainda mais minha cabeça... o mundo é um lugar confuso e estranho, e preservar nossa espécie passa SIM por preservar tudo ao nosso redor. Plantation é muito nocivo demais para nós todos, vegetarianismo leviano é doença, lutar contra o mêdo não é ignorá-lo, a prática nem sempre faz a perfeição. Nem tudo precisa ser questionado, nem tudo precisa ser aceito, nem todos os valores são bons, nem tudo o que é ilícito é mau. Nem todas as pessoas estão certas. Às vezes nós estamos preocupados demais em aceitar para observar o que aceitamos. Isso não é admiração, isso não é inclusão: isso é ignorar o próximo em prol de um valor vazio. Algum personagem de quadrinhos já disse que um valor ensinado como a honestidade ou a coragem ou a generosidade ou a justiça ou a liberdade não é um motivo bom o suficiente para se matar alguém, por mais errada que essa pessoa seja. Da mesma forma, um princípio inquestionado tido como auto-evidente dificilmente justifica qualquer fim. E não, os fins não necessariamente justificam os meios, e o oposto também não é 100% verdade.
"Um ditado espirituoso nada prova" - dizia... quem era mesmo? Voltaire?

No mundo em que vivemos, os royalties não têm sentido: não conhecemos absolutamente nada sobre quem criou os objetos que tanto usamos. Então, por que haveríamos de querer pagar-lhes qualquer coisa, quando podemos adquirir o mesmo objeto por um terço do preço feito com um pouco menos de capricho por alguém que não vende uma etiqueta? E no resto das questões, será que não há nada durável e barato que não inclua destruição em massa de seres vivos inocentes e ignorantes (árvores por exemplo)?

segunda-feira, 24 de outubro de 2005

Um pouco do meu fim de semana

Y³, palhaço, idiota, o que preferir E MUITO FELIZ PELA CLARA!!!!!!!!!!!!!!! says:
CLARA, CALARA, CLARA!!!!!!!!!!!!1

cpiochi -* "Quando você estiver precisando de alguém para conversar, nem pense em me procurar...procure sem pensar!.".* says:
XDDDD

cpiochi says:
ta calma

Lobz says:
cheers for Clarinha!!!

Y³says:
VIVA!!!
GRITEM, GENTE!

Wait on the porch until you come back home(Marie). says:
YUHUUUUUUUUUUU

Y³says:


cpiochi says:
XDDD VALEU GENTEEEE

Lobz says:
XDDD

Marie says:
=ppppp

Y³says:
como foi a prova, Clarinha?

cpiochi says:
como assim?

Y³says:
era todas as matérias?

Marie says:
tava difícil?

cpiochi says:
era todas as matérias

Lobz says:
tem 2a fase?

cpiochi says:
a area de humanas tava bem dificil (pois eh eu fui melhor em exatas EUUUU)

cpiochi says:
nopz

cpiochi says:
teve um exame especifico de desenho

cpiochi says:
e uma redação

Y³says:
Uau

Lobz says:
ah, vc tira de letra

Marie says:
mas vocÊ prestou para o que?

cpiochi says:
desing gráfico

Marie says:
ahnn que legal! em qual faculdade?


Y³has left the conversation.


cpiochi says:
belas artes

cpiochi says:
=D agora soh falta fuvest e senac

cpiochi says:
\o/

Lobz says:
vc QUER fzr qual?

cpiochi says:
senac

cpiochi says:
mas belas artes eh minha segunda opção

Marie says:
que legal!

Marie says:
=]

cpiochi says:
eh neh???

cpiochi says:
=D *mto feliz*

Marie says:
hehehe deve ser um alívio!

Diogo. cansei de entrar e sair do msn, só vou desconectar quando sair de casa! says:
desculpa minha ignorancia... mas alguma dessas faculdades é paga?

cpiochi says:
senac e belas artes

cpiochi says:
ahhhh eh bem gostoso

cpiochi says:
mas n sao caras q nem a nossa escola! Hehehe

Marie says:
é...faculdades são mais baratas

Diogo says:
tem faculdades de 6.000

cpiochi says:
eh tipo uns 800 reais a belas artes achu q eh 600....

cpiochi says:
tem mesmo

Marie says:
qual?!

Diogo says:
medicina n sei aonde

O pistoleOOOiro assassina muita gente. o presidente mata muito mais. says:
putz..

Marie. says:
acho que medicina tem que ser

cpiochi says:
eh .... sei la

Lobz says:
Acho q é mais comuns ter famílias de médicos ricas.

cpiochi says:
sim mas mesmo assim o.O moh caro

Marie. says:
Eh

cpiochi says:
tem q ter o quipamento tbm neh

Marie says:
mas acho que eu preicso ir gente

Marie says:
PARABÉNS CLARAAA!!! =]

Marie says:
Bjos

Lobz says:
Bjo


O pistoleiro assassina muita gente. o presidente assassina muito mais. has left the conversation.


Diogo says:
Tchaaau

cpiochi says:
chaus

Diogo says:
hmmn deu tempo

Diogo says:
*n deu tempo

cpiochi says:
eh neh

cpiochi says:
mas eu mandei mesmo assim

Lobz says:
*rrrr*

Lobz says:
é isso aí

cpiochi says:
^^

Lobz says:
Clara, o q uma pessoa q faz design faz da vida?

cpiochi says:
desenha

cpiochi says:
huHAUHAUAHUHA

cpiochi says:
design grafico basicamente eh

cpiochi says:
hehehe... tipo faz banners de empresas propagandas, ve o tipo de papel que eh mais indicado pra fazer folhetos livros etc

Diogo says:
a clara quando era criança brincava de desenhar...já depois decriança, brinca de desenhar...


Y³has been added to the conversation.


cpiochi says:
haham ^^ahuahauhauha

cpiochi says:
desenhar eh muito legal

Diogo says:
em vez decasinhas temfabriquinhas

cpiochi says:
vo aprender todas as manhas de tudo

Lobz says:
vc imagina a clara velhinha brincando de desenhar (a clara não passa pela idade adulta)

cpiochi says:
=D vai ser legal

Lobz says:



** Utak "Rubik's REVENGE! muhuhuhuhuhahahahahaha... help me"(Ugo) http://ugo.zip.net has been added to the conversation.


cpiochi says:
(huahauhauhauhua )

Lobz says:
q irado


Eduardo, um bípede sem penas has been added to the conversation.


cpiochi says:
mali eu vo ser sempre criança

** Utak "Rubik's REVENGE! muhuhuhuhuhahahahahaha... help me"(Ugo) http://ugo.zip.net says:
qq acontece??

** Utak "Rubik's REVENGE! muhuhuhuhuhahahahahaha... help me"(Ugo) http://ugo.zip.net says:
ola peçoas?!

Lobz says:
então1 ^^

cpiochi says:
eu passei na belas artes squik!!!

** Utak "Rubik's REVENGE! muhuhuhuhuhahahahahaha... help me"(Ugo) http://ugo.zip.net says:
aaaaaaaaaaaaaaeeeeEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

Eduardo, um bípede sem penas says:
^^) parabéns!

** Utak says:
PAREBEEEEEEEENNSSS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Eduardo, says:


cpiochi says:
VALEUUUU

** Utak " says:
/momiji


Y³has left the conversation.


** Utak " says:
mario&¨luigi&&vai*

** Utak " says:
&banan2bobb)

** Utak " says:
(vaca)

** Utak " says:
lalala

Lobz says:
:)

** Utak " says:
prlk

Lobz says:
:)

Diogo says:
{panda}{spide}(בההה)Dança¨¨{kitty}

Diogo says:
aaah chega XFERG@!

cpiochi says:
hahahah eu n vejo emoticons animados nesse pc

Diogo says:
Droga

** Utak " says:
DROGA³

** Utak "says:
hehehe

** Utak " says:
mandei mtos mmmmto fofos

Lobz says:
eu ñao vejo emoticon nenhum

Lobz says:
:’

** Utak " says:
achei q estava vendo

cpiochi says:
hahahaha

Lobz says:
então basicamente vc mandou um monte de letrinhas para nós!!

Lobz says:
=^.^=

cpiochi says:
hahaahahahaha eh!

** Utak " says:
ja volto

Eduardo, um bípede sem penas says:
[-oo-]

Lobz says:
*huahuahhahuahua*

cpiochi says:
ok

cpiochi says:
e entao pessoas

cpiochi says:
como foi o fds de vcs?

Lobz says:
foi loko

Eduardo, um bípede sem penas says:
legal.

cpiochi says:
humm... linda descrição

cpiochi says:
n precisava ser em uma soh palavra ta?

Diogo says:
curto!

Lobz says:
(tipo que ontem qdo eu fui dormir tinham 11 pessoas aqui em casa e TODAS iam dormir aqui, e a maioria tinha brigado com os pais e umas 7 ou 8 estavam conversando com espíritos)

Diogo says:
bem curto! (2)

cpiochi says:
conversando com espíritos????

cpiochi says:
hauhauhauahua

cpiochi says:
poxa Diogo

cpiochi says:
qnta imaginação

Lobz says:
ah é, hje eu fiquei fazendo trabalho e brigando com o pc...

Lobz says:
mas teve churrasco, hmmmm

Lobz says:
sim, fazendo aquele jogo com copo, sabe?

cpiochi says:
ha tahhhh

Diogo says:
esverdeado e levemente aviscoso, foi tambem dodecaedronal

cpiochi says:
hehehe eu qria ter ficado mais na festa do seu mano

cpiochi says:
hUAHUHAUHAUAHUAH ta piorando

Eduardo, um bípede sem penas says:
Morango

cpiochi says:
HAUHAUHAU

cpiochi says:
eu assisti hj o jardineiro fiel

Lobz says:
ah, eu quero assistir esse filme!

Lobz says:
digo, seu fds deve ter sido terrível

cpiochi says:
eh bommm

Lobz says:
(nada descrito como "aviscoso" e "dodecaedronal" pode ser... bonitinho)

Lobz says:
a psora de hist mandou a gente ver...

cpiochi says:
eh

cpiochi says:
tem rasao

Lobz says:
eu vi esse livro outro dia

cpiochi says:
eh mto bom o filme ..... eu gostei

Lobz says:
vou ver se vejo


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cpiochi says:
ok ^^ve simeu

cpiochi says:
qro ver a noiva cadaver hehehe

Lobz says:
de quem é?

Lobz says:
aliás eu pciso ver estranho mundo d Jack

Eduardo, um bípede sem penas says:
eu tb.

Eduardo, um bípede sem penas says:
que bom, meu computador acabou de descongestionar.

Lobz says:
o q quer dizer "ok ^^ve simeu "?

cpiochi says:
se nunca viu??????

Lobz says:
não...

cpiochi says:
(ve sim meu)

cpiochi says:
EH MUITO BOMMM


** Utak "Rubik's REVENGE! muhuhuhuhuhahahahahaha... help me"(Ugo) http://ugo.zip.net has been added to the conversation.


cpiochi says:
E TRISTEEEE

cpiochi says:
eh do tim burton!

Lobz says:
ah..

** Utak " says:
BOMDIA!

cpiochi says:
oi ches!!!

** Utak " says:
td bem clarinha?

Lobz says:
vcs não acham q essa foto do ches é mto anos 70?

Eduardo, um bípede sem penas says:
sim!

cpiochi says:
hahahaha tudo ches e sim marina

Lobz says:
ainda mais envelhecida assim

cpiochi says:
eh q ta da webcan

Diogo says:
chester night fever

Lobz says:
ah... *cara de decepão* achei q fosse efeito proposital

Lobz says:
night fever?

cpiochi says:
hauhauhauhauahUHAUHAUHAUHA

Diogo says:
you know how to show it

cpiochi says:
ehhhh a musiquinha marina

Lobz says:
ñ conheço

cpiochi says:
you know how to do it

cpiochi says:
amanha agente canta pra vc

Eduardo, um bípede sem penas says:
huahuauh chester night fever

Eduardo, um bípede sem penas says:
eu não conheco tb

Diogo says:
Saturday night fever, o filme dos beegees

Eduardo, um bípede sem penas says:
o original eu conheço, tem uma nova versão?

Diogo says:
achoquenão

cpiochi says:
temmm

Eduardo, um bípede sem penas says:
ah tá.

cpiochi says:
a do ches HAUHAUHAU

Eduardo, um bípede sem penas says:
tem? ah.

cpiochi says:
kkk

** Utak " says:
uhauhauhauha

Eduardo, um bípede sem penas says:
droga.. problemas com impressora -> reiniciar


Eduardo, um bípede sem penas has left the conversation.


** Utak " says:
hehehe

** Utak " says:
eu tive problemas com o gravador decd

cpiochi says:
gente

cpiochi says:
eu vo fecha aqu e eu tenhu q fazer umas coisa

cpiochi says:
s


cpiochi has left the conversation.


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Lobz says:
então, né

Lobz says:
eu estou falando com o papai noel

Diogo says:
e eu com uma loba que por fracassar em produzir um tigre que acabou se parecendo um lobo, acabou se tornando ela mesma num tigre

Lobz says:
interessante análise

Lobz says:
mas tigres são tão fofos!

Diogo says:
que pena

Lobz says:
pena...?

Diogo says:
eles vão arrancarsuastripasecomer o resto!!

Lobz says:
...

Lobz says:
não se eu conseguir enganá-los!

Lobz says:
vide:

Lobz sends:http://averdadedamentira.blogs.sapo.pt/arquivo/pic03104_2.jpg



Lobz says:
(achei isso num site português)


Transfer of "porquinhos.jpg" is complete.


Diogo says:
"

Lobz says:
q foi?

Lobz says:
*olhar de anjinho*

Diogo says:
porque vc não vê asfigurinhas? (A)

Lobz says:
não sei

Lobz says:
eu tinha configurado p/ não aparecerem emoticons, mas mudei issso e não adiantou

Diogo says:
bom...tchau

Diogo says:
até amaha

Lobz says:
até amanhã!

Lobz says:
ou hoje

Diogo says:
opa..

sexta-feira, 11 de março de 2005

Que nasce não sei onde

Curioso complementar algo sem relacionar as duas partes.

Mas eu porecisava de um título
para dizer...

Que eu estava errada: devia ter percebido que estou falando bobagens mesmo e o tempo todo. O ano passado foi, até hoje, o melhor ano de que me lembro em minha vida. e virão melhores, pode crer... Além disso, foi altamente produtivo! Meu deus, eu não havia notado como o curso de redação foi irado ano passado! Gosto mais da Teresa, mas não da Carolina. Depois de conhecer corretores bons, este ano, não me conformo com a mediocridade dos comentários dela.

By the way, preciso estudar química. Química do 2o ano não é tão sussa e gostosa quanto no primeiro, mas talvez mesmo por isso seja tão empolgante. Quero dizer, o Zink se preocupa conosco, sabe que não podemos mais esperar que as tabelas chegem... E eu, por não notar isso, fui mal, tenho certeza. Bem mal. Talvez eu pegue recuperação. Talvez.

Aussi, j'ai besoin de faire mon rédation sur la socialitée consumiste et cetera.
Preciso ler um livro em francês.
Preciso ir na Aliança Francesa pegar meu diplome d'études de la langue francaise.

E eu cheguei em 79o lugar na OBF, com medalha de bronze!

Preciso descobrir como se faz a experiência da água com sal.
Preciso arrumar meu quarto.
Preciso dormir.
Preciso estudar física (na verdade não, mas seria bom).
Preciso terminar Alice no País do quantum
Preciso dar um jeito de assistir La Traviata
Preciso começar a fazer lição de casa.

Mas agora parece tão mais fácil!
Esse desespero de não chegar a lugar nenhum me vem não sei como, e dói nào sei porquê.

segunda-feira, 31 de maio de 2004

Alabarda


Vocês vão me perguntar ou não eventualmente ou não a razão do título e, pela primeira vez em algum tempo, eu vou saber como vos responder. Eu sinto essa lança fincada no peito, dilacerando minha gana de viver e amar, cada vez mais intensamente, até que o coração exploda, ou seja rompido. Bom meu coração não foi partido, ninguém me traiu, não tenho nenhum cara para amar e odiar ao mesmo tempo. Mas tenho todos.

Minha miséria consiste em amar, amar demais. Talvez alguns de vocês já tenham compreendido isso, talvez alguns um dia compreendam. Mas eu tenho frio, eu tenho medo, um vazio na alma que quer, juro que quer, ser preenchido. Mas não pode. As pessoas que poderiam estar aqui não estão. Às vezes acho que nunca vão estar. Eu sinto uma falta desgraçada daqueles espaços vazios. De ficar à toa no colégio, esperando a próxima aula por hora e meia, escrevendo poemas sobre mim mesma, e poesia sobre o mundo, que era belo. Sinto como cinza quente a saudade daqueles tempos de ficar dias inteiros desenhando, rodeando a água da piscina(muito mais pura que a piscina em si), conversas longas nos galhos da Spectri, canções da perua da Ação — bem antes do Ônibus Mágico aparecer por lá —, rir entre amigos, e principalmente não ligar para nada. Eu queria ser animalmente, bichalmente insensível, como uma vez eu fui.

Eu sei, eu posso dizer que o Encontro de Jovens mudou minha vida. Cheguei em casa no domingo carente, precisando de abraço, de carinho. Com medo de não ter aquilo de novo nunca. Na segunda-feira, digo que ser funcionária foi muito mais difícil que em todas as outras before, e ainda assim, desta única vez não recitei aquele poema inteiro. Não tive vontade de recitar. No recreio é verdade que saí procurando a gente do Encontro, que elas se destacavam da multidão. É verdade também que foi aí que resolvi reacende velhas amizades; abracei com força cada amigo verdadero, cada criatura que eu amava, ri porque as lágrimas que cobriam meus olhos eram nem de dor nem de alegria, mas de amor! Só isso... Não sei nem como explicar o que eu senti e o que sinto... Mas relacionar as duas coisas me facilita muito...

"Ando tão à flor da pele
que qualquer beijo de novela me faz chorar
ando tão à flor da pele
que seu olhar flor na janela me faz morrer
Ando tão à flor da pele
que meu desejo se confunde com a vontade de nem ser
ando tão à flor da pele
que a minha pele tem o cheiro do juízo final

Barco sem rumo, sem porto, sem vela...
Cavalo sem sela...
Bicho solto, tão sem dono, menino bandido,
Às vezes me preservo, noutras suicido..."


E é verdade que não precisa muito esses dias para me fazer chorar...

Embora eu acho que beijos alheios, numa boa...

São as mãos que eu invejo, no final...

É tudo uma questão de saudades...

E sábado... Eu acho que sábado foi a expressão mais profunda desse carinho, esse amor contido e absurdo pelos meus verdadeiros amigos! Não que eu nunca tenha amado meus amigos como se não pudesse sobreviver sem eles, mas nunca nesse nível, entende? Quando a Sofia foi embora com aquele bando, eu me despedi dela quase chorando. Na segunda leva, foi menos mal. A Gabi foi deixando saudades profundas. A terceira leva... é que a terceira foi o Luque com o Diogo. E eu estava já bizzarramente attached a eles nesse dia. Além disso, eu estava lá no cobitô entre o Charles e o Luque, decidindo para que lado eu ia pender — felizmente eu nem tive que fazer a opção, thee-hee —, porque eu 'tava com frio e muito carente de ficar junto naquela hora, e sinceramente eu já me acostumara com aquela formação tão aconchegante. Depois disso ninguém mais foi embora. De alguma forma convencemos o John a ficar e dormimos nums colchões no chão, com quatro cobertores, só isso. Ponto.

Mas tudo aquilo mexeu comigo. Depois do Encontro, eu é que procuro a flor nessa náusea profunda. É feia, mas é uma flor. Será? Qualquer coisa é intensa e, para mim, dogmaticidade é uma coisa que dizem que eu também tenho. Mas a verdade é que eu não sei de nada. Eu tento, mas não sei de nada. Eu crio definições e no fim do dia, vai no fim da semana, já não consigo usá-las. E às vezes eu opto pelo mais fácil, mas, como isso me ajuda? Eu nem sei o que é o amor, para falar dele assim....

Nessa segunda-feira, ser funcionário é completamente impossível.
Mas não há para quem eu possa telefonar e pedir conselho....
E não é lá fora, a noite escura ou o dia hipócrita, que me fazem sentir assim.
É a dor das coisas reverberando fundo. O luto desta mesa.

sábado, 8 de maio de 2004

quinta-feira eu escrevi isso, mas como a internet tava pifada ñ pude postar aqui... bom, aí vai:


Quinta à noite... perdi o treino de basquete porque estava dormindo, jogada num canto da cama, a tarde inteira. Não fui ao shopping; não comprei nem livros, nem presente. Nào fiz nada do que eu pretendia fazer hoje; nào abracei quem eu quria, mas cosegui machucar o joelho numa brincadeira idiota(mas divertida) envolvendo gizes roubados(com o Dan, claro, que dúvida). Já ajudei, mesmo que pouco, minha mãe, já jantei muito bem, já assisti Captain Tsubasa, Buffy, Beverly Hills 90210, Friends, Nikita, e alguns pedaços de filmes, já tomei banho e li o livro de Física. Já reescrevi esse post duas vezes(essa é a terceira), já portanto odiei profundamente o Blogger, já pensei sobre tudo o que aconteceu hoje. Também já filosofei sobre a vida, sobre mim mesma, sobre escola, pessoas na rua, cachorros. Já me irritei comigo mesma por não ter ido falar com o cara que mora aqui perto e tem dois cães muito meigos. Já me desgostei por estar contruindo uma relação bizzarramente estranha com meus amigos de anos. Já me confundi por estar começando amizades que durarão anos com pessoas bizzarras que me fazem me sentir estranha. Já divaguei sobre tintas e cores, sobre Física, Literatura, Filosofia, paráfrases e linhas do tempo, geologia, antropologia, psicologia. Até sobre por que será que sempre que eu crio ficções em que eu falo sobre a vida, sobre mim, sobre escola e etc. eu sempre incluo um interlocutor padrão com quem eu me identifico, e por que esse interlocutor é o Rodrigc(?! Mas é verdade que eu me identifico com ele em vários estratos). Já pensei sobre o amor, sobre a ignorância, sobre o dogma, sobre a saudade. Hoje já ri, já cantei, já abracei, troquei idéias, desenhei na losa. Já me enraiveci també, que ninguém é de ferro. Chorei não, que foi um dia tranqüillo. Só essa angústia, essa saudade; mas não é ela mesma que me faz querer ainda mais viver o novo dia? Também já me revoltei contra argumentos de discussões passadas.

E sabe o quê? Talvez você estivessse certo, Brow. Ou "Dudu", como você quer ser chamado agora. Talvez eu seja mesmo muito "nerd" (o que quer que essa palavra signifique para você). Eu não me chamo de 'nerd' nem de 'CDF' porque estes são termos pejorativos, referentes a um estereótipo da pessoa que estuda o dia inteiro, tem que tirar A de qualquer forma(e portanto vai bem em todas as matérias) e, diga-se de passagem, não tem uma vida. Pode até ser que você me veja assim, mas não acho que seja esse o caso. O caso é que eu gosto de estudar. Eu realmente adoro aprender. Eu sinto prazer em pegar num livro e entender todos aqueles pensamentos complexos; tentar seguir o raciocínio de Hegel, Husserl, Sartre, Aristóteles! Vocês têm idéia de como eu amo compreender esses textos de filosofia? Eles me abrem a possibilidade de uma nova visão de mundo, uma nove Weltanschauung ou o raio que o parta. Claro que, muito melhor que passar horas decifrando textos confusos cheios de palavras complicadas(afinal, meu vocabulário não é tão bom assim...), é ter um professor, absolutamente genial(como é a maioria no Santa), empolgado e apaixonado, de tal forma que consiga transmitir aos alunos essa paixão, fazendo com que a matéria se torne fascinante independentemente do assunto. Eu realmente amo estudar, aprender, ter aulas no geral. Eu definitivamente adoro escolas; eu me apaixono pelos professores(caso vocês não tenham reparado ainda, btw). Talvez por isso eu tenha sido possivelmente a única a verdadeiramente gostar daquele trabalho sobre o filme Elizabeth. Porque eu me empenhei por prazer, não por obrigação, e mesmo se fosse por obrigação, teria sido prazeroso! Porque eu pesquisei com empolgação, fazendo conscientemente mais do que era pedido e ainda assim muito menos do que o que eu queria, e achava que devia, fazer. Você pode chamar isso do que quizer; eu estou feliz com meu estilo de vida. Não acho que seja o melhor, mas é suficiente para mim, eu acho. ^^

De qualquer forma, acho que fiz bastante coisa hoje, apesar de ter dormido das 2h30 às 17h30 à tarde. Mesmo assim, e talvez até por isso, eu estava meio mal-humorada hoje(provavelmente por causa do basquete, vou pedir desculpas ao Marcos Villela depois). E aí eu recebi um macaquinho. E não teve jeito, eu comecei a rir. E mesmo quando parei de rir o sorriso já tinha contaminado minha face. ^^ Marco, você é o máximo! =^-^=ö Salvou meu dia!

sábado, 1 de maio de 2004

O Último Canto


Os olhos fechados.
Fechados, para cantar ao mundo uma certeza. Mas que certeza?
Essa pergunta me volta sempre. Não quero falar do que não sei, mas a verdade, é que não sei de nada.
Queria poder contar tudo a vocês. Tudo mesmo. Mas o que me diriam? Não quero trazer-lhes pensamentos vis, que não possam vocês mesmos compreender realmente.

Eu criei esse blog para poder contar às pessoas o que me vai pela alma. É o que eu sempre fiz. Na vedade eu comecei a escrever para que as pessoas soubessem. Na internet, para que soubessem logo. Sempre que quizessem. Claro que nem sempre as pessoas querem.

Na verdade eu me senti muito estranha quando o Bruno disse pela primeira vez que eu deveria fazer um diário secreto. Um que ninguém lesse. Para que? Eu continuava cantando...

"When everything's made to be broken,
I just want you to know who I am"


Para que me esconder das pessoas, se é tão mais fácil deixar que elas me vejam?
A verdade é que eu sou meio complexada. Traumatizada. Na minha infância eu era uma pessoa muito fechada. Amava pofundamente o mundo que eu criara dentro de mim, e a minha visão do mundo. Mas não conhecia o mundo realmente...

Já então eu escrevia. Gostava de escrever, de escrever mesmo, gostava de sentir o papel rascando o lápis(ou vice-versa), as palavras se formando. Mas não era importante. Eu escrevia para poder lembrar depois. Escrevia pouco. Na verdade eu gostava tanto de montar as frases, montar os enredos, as falas, as amizades e inimizades que no final eram todas o mesmo, os nomes e personalidades(ou não, né... eu era pequenina), que, tivesse alguém me dado um gravado portátil naquela idade, e tivesse eu o usado, hoje eu poderia passar horas ouvindo as histórias fantásticas criadas por minha mente infantil.

Mas o tempo passou. Um dia eu descobi que as pessoas, mesmo as mais próximas, tinham uma idéia errada de mim. Que ninguém sabia quem eu era. Isso me agoniou profundamente.
Eu mudei muito nesse dia. Passei a me mostrar completamente para o mundo, a querer mais do que quase tudo que as pessoas soubessem quem eu sou. Que lessem o que eu escrevo. Comecei a expôr tudo o que eu fazia, como se isso fosse melhorar totalmente a minha vida.
Eu também comecei a amar de uma forma que eu nunca achei que fosse ser possível. Muito. Amar a vida, as pessoas, as coisas. Tudo.


Uma coisa que eu sempre me perguntei, foi pelo que eu me apaixonara quando tinha uns três, quatro anos. Cantava a música:

"Mandacaru quando fulora lá na cerca é um sinal que a chuva chega no sertão
Toda menina que enjoa da boneca é um sinal que o amor já chegou ao coração
"

E eu me perguntava como aplicá-la a mim mesma. Nunca fui muito de boneca. Ter eu tinha, várias, brincava até, um pouco, que elas eram tão lindas que não havia não abraçá-las e chamá-las de filhotinhas, tão fofas... Mas eu me perguntava.
Eu era apaixonada sim, mas por quem? Por meus pais, meus irmãos e primos? Nem amigos eu tinha tanto assim, para amar tão profundamente. Eu tenho até medo que minha amigas de então leiam isso, mas é verdade. Eu nem era capaz de ter amigos assim.

Mas isso foi bem antes.

Lá pela quinta, sexta, sétima série, eu descobri uma coisa extraordinária: eu tinha um melhor amigo. Era algo novo para mim. Era alguém que eu amava, mas aí também, agora eu já amava todos os meus amigos. Eu finalmente sabia quem eu amava tão profundamente.
E agora eu sabia também quem era meu melhor amigo. Foi minha primeira Grande Descoberta.

Minha segunda Grande Descoberta foi que ter um melhor amigo não signifiva necessariamente confiar nesse amigo do peito(mas aí também eu não sabia mais confiar em ninguém). Sempre me senti meio desconfortável com aquele grande amigo ladrão, pivete, chato. Às vezes eu queria passar uma semana sem olhar para a cara do dito cujo. Se ele esquecesse que eu existia, por algum tempo ainda eu deixaria ele lá, com aqueles amigos que sempre foram mais dele do que meus.
Nessa época eu já desistira de 'gostar' do Sadek, que eu ainda achava totalmente lindo(desde a 1a série, aliás), achava que o cara mais lindo do Santa era o Pedro(mas não tinha muita coragem de admitir porque todo mundo achava ele muito feio), e tinha acabado de conhecer o Dan(que era mto pentelho, btw). Curioso, não?

Quem me salvou da agonia de não confiar no meu melhor amigo foi o Dan.
Ele foi uma Descoberta realmente Grande.

Na oitava série ele se tornou um amigo como eu nunca tivera. Eu percebo claramente a diferença da sétima para a oitava. Na 7a, eu até lembro dele em Minas, mas é pouco. Lembro mais é de eu me perguntando se ele 'gostava' de mim, pelo jeito como me tratava. Eu odiava isso. Mas ele era gente-fina. Ou pelo menos era o que o Bruno dizia. E eu até que aceditava nele(mas não acredito mais, nesses casos.). Na oitava, eu lembro perfeitamente dele no Pantanal, naquela bagunça do Sex and the Truck. Que saudades!! Foi tão perfeito. Nós éramos um, todos nós. Nos amávamos mutuamente como... como irmãos, só que muito mais que irmãos.
...
...
... É estranho me perceber pensando isso, eu que tive meus irmãos por melhores amigos até meados do ginásio.... ¬¬
...
...
... Por outro lado, é verdade.

Aí eu entendi que Melhor Amigo não tem que ser necessariamente um só. Dá para ter mais de um. O Bruno e o Dan. Daniel. Eles também estavam entre aqueles três caras que eu queria para mim. Quando aquele termo, 'gostar', já era muito fútil para explicar o que eu sentia. Eu morria de inveja deles. Todas as vezes, as festas, que eu os via beijando uma mina, eu me perguntava se algum dia aquela ia ser eu. E então eu tinha até um engodo, um desgosto terrível de olhar para ele. E eu cantava tão forte para ele, para ele aquela música forte! E aí, eu dançava como uma chama acesa ao vento, na loucura, bêbada, caindo mesmo, ainda que eu não tivesse bebido nada, ou — o que era provável — quase meio copo de algum Sex on the Beach.
Foi horrível.

Mas passou. Esse desespero sempre passa. Se é bom ou não, cabe a cada um decidir. Para mim, só foi bom agora. Agora que o Dan está namorando a Elena, que o Pedro e o Bruno estão apaixonados por suas respectivas Júlias, aliás muito gente-finas. Antes disso foi difícil.
Foi difícil entender, e como entender, o que eu era capaz de sentir. De querer as pessoas mais estranhas, as mais inesperadas. As proibidas. As longínquas. Eu tenho sim aquele problemas sério de 'gostar' só das pessoas erradas. Ou de nem pensar nas que estão do meu lado, e só perceber o quanto elas gostam de mim quando já é muito tarde. No fim é tudo a mesma coisa...

Mas, como eu ia dizendo, a melhor coisa que me aconteceu foi essa remessa de gente nova no colegial. Primeiro, porque amigos novos sempre amenizam as dores do presente e do passado. Eles unem a gente, de uma forma que ninguém sabe como se faz. Depois, porque eu sei que ganhei um amigo que nunca vai me fazer me sentir assim. Um que me trata de igual para igual, uma coisa que nunca aconteceu(eu estou falando do Rodrigo, só para constar).

E finalmente, porque eu encontrei um cara doce o suficiente para não me fazer me sentir sufocada, nem humilhada, nem desprezada, nem esquecida, nem fraca, nem pouco, nem só. Eu só sinto saudades dele, só isso. Esses dois dias. Eu só queria ter tido a cara de dar um abraço apertado nele na hora que ele foi embora. Em vez de ir apressada, quase fugindo para casa.

Mas eu falo sobre isso depois.

"One thingh I haven't told you
I just wanna hold you
and never let go..."

sexta-feira, 23 de abril de 2004

Olhos Fechados

P'ra te encontrar...
Não estou ao seu lado...
...
...aonde quer que eu vá, vejo você no olhar...
Aonde quer que eu vá, aonde quer que eu vá...


Não, essa música não tem nada a ver, mas eu precisava cantaaa-ar...

"Não sei bem certo
se é só ilusão...
Se é você já perto,
se é intuição...."


Aonde quer que eu vá, passo o caminho olhando... as pessoas. As árvores; os carros. As nuvens. Outro dia parei na frente do vizinho para observar uma taturaninha curiosa que eu nunca tinha visto. A dona da casa saiu na rua, achando que eu queria falar com ela.

"Boa tarde."

"Boa tarde.". Sorri.

Ela ficou lá, me olhando. Perguntou o que eu queria, se eu queria alguma coisa. Eu ri. Não quis ofendê-la nem nada, só achei engraçado.

"Desculpa. Eu só parei para ver esse bichinho."

Ela olhou com cara de hospício, totalmente confusa:

"Está esperando alguém? Quer entrar?"

Eu fiz que não entendi, achando toda a situação muitíssimo curiosa. Me passaram na cabeça algumas cenas de Tiros em Columbine, algum filme sobre Darwin, Pulp Fiction.

"Não, não. Eu só parei para ver esse bichinho aqui no chão, ó: não se preocupe."

Ela viu o bicho no chão, me achou meio louca e entrou em casa, com uma cara de abismo esquisita. Eu rindo. Levantei e subi a rua para minha casa.

Esse bicho-taturana engraçado me rendeu uns pensamentos estranhos ainda outra vez. Desta, na Festa dos Esportes. A quadragésima sétima. Sexta passada. Eu estava conversando com o Paulo Moraes na Encruzilhada do Colégio, quando o vi no chão. Achei engraçado. Eu estava de muito bom humor naquele dia, afinal, minhas pernas estavam começando a voltar ao normal e quinta havia sido um dia quase perfeito. Além disso eu adoro Fe; os jogos, mesmo que quase todos perdidos, me deixam feliz, e eu já antecipava que os jogos da noite seriam animais(como foram). Mas estamos divagando. Com eu ia dizendo, eu estava conversando com o Paulo e o bicho esquisito deu de atravessar a rua. Eu rodeei o artrópode, explicando p'ro amigo(*) e p'ros outros que iam aparecendo que era muito comum ver corpses de lagartas e outros bichos lerdos pelas ruas do Santa, por isso eu costumava proteger esses desafortunados. Aliás, faz tempo que eu não vejo uma daquelas lagartas enormes com cores berrantes que eram o alvo predileto dos automobilles sem espelho para o chão e etc.... Anyway, depois de convesar um pouco, alguém(eu mesma, na verdade) disse que devíamos achar um psor de Biologia para perguntar que raio de bicho bizzarro era aquele(olha, sem querer fazer cena nem nada, aquele bicho era definitivamente ¿punk!, fala sério...).

[nota de 24/4:whaaaaa!!! Meu post! Meu querido post!!! Cadê o resto, cadê cadê??? Oh man, vou ter que reescrever tudo!!!]

Dois minutos depois, passaram a Mila e o Marcos(Geog da 8a e e Ciências da 7a, respectivamente). Arrisquei um aceno meio vago, ainda pensando no bicho; eles passaram, foram-se....
...
...
...Aí eu lembrei que o Marcos era biólogo ¬¬''''''''''''''''''''''''. É o que a vida no colegial faz com a gente... ¬¬*

Falando em biólogos, aconteceu uma coisa muito parecida hoje à tarde, antes de sairmos para o projeto Comênius. Eu estava conversando com o Artur e a Aline no Caminho p/ E.M.(pte pomposa)(aquele lugar onde tem umas faixas amarelas tipo "não é uma vaga") mais próximo da Encruzilhada(aquele lugar carrefour central com ávore onde se pode encontrar praticamente todo o pessoal do Santa, ao longo do dia) quando, brincando com a grama(a conversa 'tava muito boring), encontrei uma espécie estranha de anomalia nas folhas, engruvinhadas, retocidas como uma sanfona. Fiquei curiosa, peguei uma e fiquei olhando, só olhando, meio ouvindo aquela conversa cheia de números("Super Pablo seu amiiigo, vai salvá-lo do periigo..."), meio não, meio desinteressada; pensando se aquilo seria uma bizzarra doença parasita ou uma ainda mais bizzarra mutação aleatória que bem não trazia a ninguém(só, talvez, à minha curiosidade)... Papo vai, papo vem, passou a Bia — eles conversando sobre olimpíada de matemática, e eu me odiando porque mesmo se eu soubesse toda a matéria na ponta da língua eu sempre errava alguma coisa estúpida, como transformar os gráficos de velocidade em parábola... Levantamos, o Artur queria sair dali, fomos dar uma volta inútil pelo colegial. Em dado momento passamos pelo Ricardo Paiva(psor de Biologia, para quem não sabe) — eu já tinha decidido perguntar para ele o que era aquela coisa bizzarra ensanfonada(provavelmente uma doença estranha). Só que, bem nessa hora o Artur(Ò.Ó burn... whaaaa...*olhos em chamas*) estava me enchendo o saco por causa de alguma coisa muito imbecil, e me jogou para o lado de uma forma estranha ao mesmo tempo que o psor passou fazendo "Yu-huu!" na minha cara com uma cara de pato bobo irrecuperável, e a soma desses dois fatores de bizzarice profunda me deixaram num estado de confusão e perplexidade tal que quando eu me toquei do que eu ia fazer a gente já estava longe e o psor sumira de vista...

Oh, man, eu queia continuar escrevendo, mas tenho um jogo da Fufei daqui a uns 30min e tenho que ir... Ah, welll, até a próxima!

"Ye may kill for your self and your mates, and your cubs as they need, and ye can
But kill not for the pleasure of killing, and seven times neve kill man"


(Não, não tem nada a ver ^^;;)

(*)Amigo:1. Pessoa próxima com quem eu gosto de conversar(ou só rodear, em alguns casos) 2. Indivíduo gente-fina, ou muito simpático, independente dele ser meu amigo(1) ou não(embora geralmente seja).

segunda-feira, 19 de abril de 2004

Awn... V = o quê mesmo?



Que depressing. Eu acabei de sair do laboratório toda lé[ida e saltitante cantando I Am Free porque eu tinha terminado o relatório adiantado e acertado tudo no que eu conseguia pensar, mesmo fazendo grupo com o Fábio e o Caio, ajudado quem precisava de ajuda(por algum motivo as pessoas sempre pedem minha ajuda ^^) e quase não tinha ido embora só para perguntar para alguém se aquele desenho 'tava mesmo tão parecido com o Reinaldo(o que aliás eu me arrependi de não ter feito), quando, de repente.... eu me toquei que tinha errado todos os gráficos de velocidade, fazendo-os em forma de parábola!!!!!! Que odd!!!! Que terrível. O.o'''''''''''Então, do mais obscuro fundo de rua muito claro e alegre, surgiu meu pai, no corolla azulzinho, virando uma esquina, e eu peguei carona com ele!

Caaaaaaaaara, e eu achando que as últimas semanas tinham sido estranhas... isso porque eu ainda nem fui fazer Teatro nem nada... Se bem que eu já tive chance de falar com a Camila e pedir para o sir Charles Simpsons Boa-Sorte, nosso príncipe que tem o brasão(um dia eu entendo isso... ¬¬), esperar mais ou menos uma hora para eu poder devolver aqueles R$5,50... *starts laughing abruptely, just as when read the Garfield comic in Physics class*

"And I AM FREE to do what I want any ol' time..."

DoMaGosh, eu 'tou tão feliz!! E agora eu sei o que é uma determinação cromossômica de sexo haplóide-diplóide(algo comum em insetos), embora eu não saiba o que eu vou fazer com essa informação... Que que eu 'tava procurando mesmo? Segregação independente dos cromossomos...? Sei lá, mas é que eu empolgo muito com Biologia... e esse livro tem ilustrações legais. ;þþþþþ

Valeu, gente! Uahct!!!

terça-feira, 6 de abril de 2004

A Long Fall and a Sudden Stop

Hell of a Week

Essa semana foi... memorável.

Segunda-feira foi um dia no mínimo bizarro. Uma aula de Filosofia fora do normal, prova de Laboratório de Física, prova de Inglês(grammar), uma aula de E.F. vazia, confusa e estúpida - muito embora o joguinho de basquete com o Lucas Batata, o Salmoni, O Malfê, o Yuri e mais um cara e duas minas que eu não conhecia, apesar de inútil, tenha sido muito bom... . Por fim, o encontro de teatro foi esquisito prá caramba, nós falamos sobre um tal de protocolo que eu deveria escrever(ah, claro, eu tinha aqueles cinco minutos sobrando na quinta-feira, lembra?), e aliás, eu escrevi, o que já é um bom motivo para não tocar mais no assunto.

Terça foi um dia... estranho, considerando que, depois de uma palestra com o Marcelo Rubens Paiva - que foi mucho loka -, eu fui dormir na casa do Brow só e únicamente para discutir sociedades utópicas(ao que parece nossos conceitos de utopia são vagamente diferentes)... :þþþþ. Meu... pengüins, cara. É só o que eu tenho a dizer.

Quarta foi o pior de todos. Não, falando séio, foi uma porcaria de dia, eu poderia tranqüilamemte não ter vivido ele. As aulas foram boas p'ra caramba(embora o Serginho tenha jogado meus bichos no lixo), mas, depois delas, eu apressada saí do colégio, perdendo uma entrevista com um ex-Arena que no dia eu achava que ia ser totalmente animal, e por causa disso fiquei meio depressiva quando me lembrei. Eu pensei em voltar rápido para o colégio depois de almoçar, mas o Brow me convenceu de que não tinha aula de Amazônia naquela semana(é eu sei. Eu 'tava depressiva na hora...), e eu fiquei, absurdamente mal-humorada, assistindo TV, coisa que eu nunca faço(bom, pelo menos não de dia). Quando cheguei na escola às 15h da tarde, tinha outra prova de Inglês, e meu dia teria acabado horrível, ouvindo o Btow reclamar do dia dele, se uma das popstas da Infotec não envolvesse procurar seu próprio nome na internet. Afora aquelas listas de vestibular dos meus irmãos e primos, eu achei coisas realmente interessantes, como o AllAnime, um comentário na Elfwooods, o TPMblog(não, eu não vou pôr links.)...

Quinta-feira foi o mais lame de todos. As aulas foram normais, mas a tarde foi deprimente. Vim para casa almoçar depois daquele filme esquisito(um documentário sobre a ditadura), comi, e depois, bom, fiquei vendo filmes matrix do Mario e jogando Battle Pong com o Giovanni(perdendo todas é claro). Resolvi ir para o basquete às 16h30* e, depois de um treino animal, saí meio correndo para chegar em casa às 18h15**(na hora eu achei que meu relógio estivesse errado e fossem 18h00), fui pêga por minha mãe no caminho até a Oficina de Música e cheguei lá atrasada em uma hora para a aula de bateria***. Fiquei uns minutos batendo papo com o psor Mário, um cara muito feliz(primeira frase: "oi?")e fofíssimo mas meio d'stranho; brinquei na batera alguns minutos até a Mônica vir me chamar porque o Marco e o Gio estavam me esperando, e fomos para casa, onde levei uma pseudo-bronca que me fez infinitamente infeliz(mas isso era, digamos, inevitável) e... sei lá, depois disso eu fui procurar o Vicente do teatro no google para ver se eu achava o e-mail dele e achei os sites de teatro mais bizzarros ever...

"When it hasn't been your day, your week, your month, or even your year... BUT:"

Le Fin de la Semaine

Finalmente, Sexta foi um dia mó legal! `Ô.ô;; A Palestra com o Plínio foi divertida, e a disscussão que se seguiu a ela foi... sei lá, foi meio tediosa(não tanto quanto a desta segunda) mas foi... legal... eu acho...

Mas, enfim, o Alexis veio aqui o que melhorou meu humor consideràvelmente durante a semana, e hoje a Kalu está aqui também, e... Bom, eu 'tô feliz com isso. =^.^=
Sábado foi um dia meio incoherent... Eu quase passei mal de manhã, com frio, fui correndo até a escola, joguei futebol no sol escaldante( Patroas 4x0 Mafiosas - tudo culpa da D. Morte), vim de carona com a Maísa e... o resto da tarde foi boring.

Domingo teve festa do Dan, e embora o Máfia tenha dado errado(também, nem quem já sabia jogar 'tava jogando direito...) e o luau tenha sido a coisa mais miada ever, foi muito bom.

E ontem.... ontem foi legal, sabia? Até o teatro foi legal, apesar daquela disscussão. E eu descobri que eu morro de inveja do Yuri e do Márcio, o que é meio estranho, mas tudo bem. Na verdade o Yuri me dá uma raiva desgraçada. =ô ô= Mas eu adoro ele, então eu não vou falar disso... pelo menos não agora...

Eu também descobri que várias pessoas não tem H no nome, o que foi uma grande surpresa... Viu, eu descobri um monte de coisas novas! =^.^=

"So here I am
doing everything again
holding on to what I am
Pretending I'm a superman!"


Aneeway...

Resolvi restartar o Wolfless Deeds e postei mais alguma coisa no Palavra de Narran, vão lá ver!

"And so I wake up this morning and I step outside
And I'm singing a song and I get real high
and I scream at the top of my voice
"What's going on??"
and I say:"


Hoje.

Eu não tenho mais nada para dizer.... Eu tô com sono e apenas prolongo vosso desprazer. Perdão, meus leitores fiéis. [open eyes]. Vamos terminar esse dia com uma música:

"When I find myself in times of trouble Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, Let it be
And in my hour of darkness she is standing right in front of me
Speaking words of wisdom, Let it be
Let it be, let it be, let i be, oh, let it be
Whisper words of wisdom, let it be

And when the broken hearted people living in the world agree
There will be an answer, Let it be
For though they may be parted there's still a chance that they will see
There will be an answer, Let it be
Let it be, let it be, let it be, oh, let it be
There will be an answer, Let it be



And when the night is cloudy, there's still a light that shines on me
Shine untill tomorow, Let it be
I wake up to the sounds of music, Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, Let it be
Let it be, let it be, let i be, oh, let it be
Whisper words of wisdom, let it be"


Good nigh', me harties. Have the sweetest dreams of your whole said 'lives'...

*Nota cult: o treino começa às 16h30.
**Nota ainda mais cult: a aula começa às 17h40.
***Nota A Mais Cult de Todas: a aula só dura 50 minutos!

segunda-feira, 22 de março de 2004

Pensamento Bizzarro do Dia



Eu estava pensando outro dia sobre... bom, realmente, sobre Vicentes. Eu conheço três vicentes: todos os três têm em torno de 40, 45 anos, dois são professores de música e um de teatro. Dois lecionam no Santa, e o terceiro na Oficina de Música. E os três são extremamente gente-finas(embora o Vicente do teatro tenha umas idéias meio estranhas sobre zip-zap-boing... hmm...).

Quando encontra o terreno fértil apropriado, esse tipo de coisa tem a chance de florescer em pensamentos muito estranhos, do tipo: se eu chamasse meu filho de Vicente, será que ele viraria professor também? Aí seria muito loko, imagina, agente podia fazer uma aliança do mal e fazer uma conspiração dentro da escola, ele dando aula de teatro e eu de biologia. Eu podia chamar uns caras estranhos, tipo o Caio e o PH, para dar bio nos outros dois anos, e já teria, claro, o Gio e a Maísa na Química, o Bruno Salles podia dar matemática. O Marco pode substiuir o Reinaldo naquelas matérias meio estranhas tipo Física e Informática. Para resolver o problema do ensino de inglês precário a gente deixava todos aqueles aluninhos avoados na mão do Pedro^, do Pedro- e da Kiki! Aliás, só para não ter que pensar em deixar aquela Teresa dando aquela coisa que ela chama de aula, o Pedro- podia dar as aulas de literatura, e assim os alunos ficariam livres de gramática por um ano!! O Dan daria aula de alguma coisa nada-a-ver, tipo educação física e treino de handball, aliás, podíamos chamar o imão dele também, que 'tá fazendo facul de Ed. Física e Esportes(que eu nem sabia que existia).
Quem sabe o Dudu pudesse... não, melhor não. Depois que a conspiração estivesse fomada, a gente podia chamar uns caras mais aleatórios tipo o Paulo da D para dar aula de História, e o Yuri... er, ou não. Tipo, ele daria E.F. junto com o Dan e aulas de coral por aí. Não que fossem haver alunos. ^^;; A Marie podia dar hist. para a 8a, já que ela ama 2a guerra. Que mais falta? Geografia! A gente não tem no 1o, mas no 2o e 3o é fundamental, então... Sei lá, geografia é muito nonsense pró meu gosto - a gente teria que escolher alguém aleatório. Quem sabe o Salmoni para dar umas aulas sobre geologia.... ^^ Eu acho que o Ranma seria um bom corretor de port.. Depois, no final, a gente escolhia alguém meio psicopata, tipo a Jubs, ou estranhamente amigável tipo o Títero para ser orientador. Não pode ser alguém da nossa turma porque ia sair briga demais. Ou, sei lá, a gente chamava a Béka lá de Campinas. Ia ser engraçado... *rr* E o padre Vili dá história nos dois outros anos(os alunos iam lucrar com isso, já ele...) . . . .

sábado, 6 de março de 2004

Andaluz



Não me pergunte a razão desse título. Ele simplesmente pareceu se adequar ao meu estado de espírito. Alguém aqui já leu A História Sem Fim? Lembra daquele começo com o fogo-fátuo correndo? Vai dizer, não é o máximo? ^^
Na sétima série nós fizemos um trabalho com a Salete que envolvia recitar poemas sobre minas... E eu me lembro que um dos poemas tinha fogos-fátuos. Eu não sei porquê, mas nunca consegui(claro que eu não tentei) esquecer aquele verso... "De fogos-fátuos errantes"...

Hoje eu assisti Tiros em Columbine.... Mostra como os Estados Unidos não são o melhor país para se viver. "Aquele país onde tudo dá certo" vira "aquele país onde as pessoas têm mêdo"...

Ontem eu joguei basquete. Foi a melhor coisa que eu fiz no dia. Melhor até que a Ação. I need people.

Hoje eu também fui imbutida num ensaio de teatro alheio. E pela primeira vez o Vicente se deu ao trabalho de perguntar meu nome, em vez de me chamar de "Talita 2". O Vicente é muito desencanado. Hoje ele realmente estava xavecando todo mundo. Acho que ele estava de bom humor. Ele disse que era porque ele tem uma namorada agora. Aquele grupo de teatro é como uma família. Sem inibições, sem pudor, sem desconforto. Tudo é tranqüilo, certo, vivo. Eu gosto de saber que eu estou me incluindo nele.

Eu não gosto de saber que o Dalprá considera conversar com adolescentes algo bobo. Eu não gosto de saber que eu sou uma adolescente dominada pelos homônios e isso é ruim. Isso é irritante. Já basta essa sensação estranha de mudar de Buffy para Dawn.

Vocês certamente não sabem, mas todas as minhas histórias inventadas de ultimamente incluem um motivo básico: o colégio, uma certa exclusão da sociedade, e conforto em pessoas capazes de abraçar(embrace). Algumas vezes são meus amigos próximos. Mas geralmente são pessoas mais velhas. Pincipalmente professores, mas também amigos mais velhos e alguns seres alternativos, como um ou outro vigilante gente-fina, ou aquele-cara-com-um-olhar-estranho achado na rua. No final, eu tento dar todo o meu amor para ve se consigo alguma coisa a mais de volta. Ou vice-versa. Não faz diferença. Às vezes eu acho que eu quero coisas que estão fora do meu alcance. Segundo Murphy, não precisava tanto para dar tudo errado. E entretanto eu sequer sei para que lado eu corro. Eu não sei se ainda sei quem eu sou.

Sabe o que é pior?

É verdade.

Eu sou feliz.

Mas não é o suficiente...

"Todo mundo tem um primeiro namoado, só a bailarina que não tem..."

Não repaa, eu 'tô com sono, e isso sempre traz à tona o meu pior...

domingo, 29 de fevereiro de 2004

Along the way


"De repente um belo clarão...
...e uma luz caiu do céu...
...e muitas pessoas eu vi...
...cantando e dançando assim..."


A viagem à Cajaíba foi um sonho, sério. Voltar p'ra casa... bom... era necessário. O pessoal daaqui é gente-fina. Sexta-feira foi um dia animal. Prova de História, aula de filosofia, Projeto Comênius, ensaio do teatro. Depois, uma zona absurda e muito idiota que me levou a... Bom, dar uma volta no quarterão. Aniversário da Olívia. Miei a carona com o Reis e fiquei meia hora esperando estúpidamente no portão. Levei uma bronca medonha, respondi rosnando uma acusação injusta, joguei fora todo o meu estoque de lágrimas. Cheguei em casa, liguei para o Dudu. Conversa bizzarra, cançada, desmoralizada, meio furiosa com esse mundo imbecil em que a gente vive, assisti pedaço de filme, comi miojo com grill e fondor(dilícia!), caí na cama, dormi. Acordei numa boa, sábado, mó falta do que fazer, livros p/ ler, cabelereiro, panqueca, desenhos, elfwoods, KoC, seishougakuen, wolverine, e outras viagens... China in Box. Fui dormir.

Ainda to de pijama, sem vontade de escrever... Trabalho de filosofia... Que boredom....

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2004

Carnaval

"Quem é você? Diga logo que eu quero saber o seu nome..."

Uff. Essa é a primeira vez que eu começo um post com quote... Mas era necessário. Começo de ano, até o carnaval, é sempre assim: pessoas, pessoas, pessoas. Dá vontade de conhecer todo o mundo, de sair falando com qualquer um, sabe-se lá no que vai dar. A hora de desmentir e assassinar o "não converse com estranhos", porque, afinal, se nós não conversássemos com pessoas que nunca vimos mais gordas, como é que íamos conhecer gente nova que não tivesse muuuito em comum com a gente? Pphe!

Mal começa o ano, e essa gana de fazer novos amigos dá frutos: Pedro(o parecido com o Joshua, não o cara bizarro da B), Márcio Reverbel(!), Yuri(eu ainda acho ele parecido com o Dalprá), Paulo(o cara muito pró nas aulas que fala esquisito), Bia, Mariana Ferrari(vulgo Mari)[ih, começou!], Mariana Strassacapa(vulgo Má Strass, aquela que acha tudo o que eu falo fofo), Mariana [insira-um-sobrenome-da-mariana-aqui](ainda não tem apelido diferenciador), a Marina, Rodrigo Paixão(O. CARA. FELIZ.), Alex(um japonês baixinho mto gente-fina do teatro) e Sofia(a menina mais puramente feliz que eu conheço, do teatro tb) são apenas uma parte... E todas aquelas pessoas muuuito gente boa mas que eu não tenho a menor noção do nome? ^^;;;;; Isso sem contar os psores... Em especial o Rodrigc, o Paulo, a Cláudia, o Reinaldo, a Tina e o Ricardo(eu estou tentando dar um jeito de chamá-lo pelo nome, deve ser engraçado...o.ô)... que são basicamente a fatia de professores legais que a gente têm. Well, eu ainda não conheci o Xyko(?!) e a Beth é uma loca total... O Villela também é gente-boa, mas, sabe, ele não é novo...

Não reparem que a Teresa e a Ana Bruner não estão aí, é meio porque... Bom, a Teresa é... desprezível. Ela nunca aceita opiniões diferentes da dela. Eu só perdoei ela pq ela consegue fazer a gente ficar escrevendo-escrevendo-escrevendo, então a aula até que fica legal... E eu adoro aqueles livros cheios de tiras do Quinno e do Bill Waterson e poemas... do mundo todo. Aliás, no meio da aula ela invaiavelmente começa a "ler/inventar" uma redação-exemplo p'rá gente... Bizzz....
A Ana Bruner, meu, ela... ela tem umas idéias muito estranhas, do tipo 'o Egito é oriental', 'a Antiguidade começa em 1000a.c.' e 'penso, logo faço História, e vice-versa'...Ou essa era da Cláudia...? Acho que as duas já falaram coisas bizarras desse tipo... Eu sou a favor da Teoria da Inércia - ou seja, o que está imóvel tende a parmanecer imóvel e o que está em movimento tende a permanecer em movimento. Assim, a o Movimento teria que começar impulsionado por algo externo a nós. Como isso é uma grande besteira, tudo estava em movimento desde sempre e essa história de História=Movimento só faz sentido se a História começar quando começa o mundo... Agora, sobre a idéia de História=Pensamento eu não tenho nem o que falar...

See? I already know them! ^^ Well, a bit, at least.

"Mas é carnaval, não me diga mais quem mais quem é você, amanhã tudo volta ao normal..."

Oh, man...

I don't even know what I'm saying anymore... But, okey, cool.

Eu ainda não falei do Teatro, né? Segunda-feira, 16:30... Foi muuuuito engraçado... Na verdade eu acho que foi a melhor coisa que eu fiz esse ano. ^^
Fora que o pessoal que foi era muito gente-fina, a aula em si foi legal... Todos aqueles relaxamentos que funcionam(diferente daquelas coisas estranhas da Tchaca), massagem(com movimento shazam-kataplá!), jogo de bola(Graaaaande Charles...), andanças osmósicas, apresentações, corrente de palmas e principalmente mãos hipnóticas.... Mãos... Legaaaaaaaalll....

Na verdade na parte das mãos eu fiquei sem parceiro, afinal, estávamos em, o quê? 21? Mas foi divertido, porque eu tive a oportunidade única de ficar pulando e dançando entre os pares, observando o que eles faziam. Depois o Vicente me chamou e disse que ele me hipnotizava.. o que foi interessante. E ele riu. =^-^=*cara de Soujirou* Ele também falou para a Gabi que eu lembrava a Talita. Eu fiquei um pouco decepcionada, porque eu conhecia ele, tinha ido na pizza com o grupo no ano retrasado, assistido a todas as peças e sempre fiquei muito tempo no teatro depois delas acabarem, falando com o pessoal, então eu esperava que ele me conhecesse. Na verdade eu até dei uma espécie de oi pra ele antes da aula começar. Mas ele nem ouviu, eu suponho... Agora eu me arrependo de não ter chamado de novo.. ^^; Mas eu desencanei, resolvi enterrar esse deslize e voltar a me divertir.

God, I'm tired... ^^

"I love people."

"Dorme agora... É só o vento lá fora..."

"Você é desprezível!"

Eu tenho mesmo que faltar quinta-feira? Eu odeio falta às aulas. Eu adoro escola. Falando séio. Eu vou pereder as aulas de canaval, que costumam estar entre as melhores do ano! Embora talvez seja só porque quase niguém vai... Mas o pior, é que eu não vou perder só aulas bestas, tipo Filosofia, Português, Matemática, O.E.... Eu também vou perder aulas úteis, como Física, História e Biologia!!! E no horário dizia que eu ia perder um filme de biologia! Como?! Por que só eu me dou mau desse jeito? Bom, talvez não seja só eu...

"Somebody saaaaaaave me..."

Agora eu compreendo aquela viagem sobre solidão, espadas e psores...Hell, I do love people, don't I do I don't?

And good carnival all that keep the Jungle Law!